Deu Gatuna na Tiffany, mas não foi a Mulher Gato, foi uma executiva muito da sem graça, rs

Deu Gatuna na Tiffany, mas não foi a Mulher Gato, foi uma executiva muito da sem graça, rs

Pense o seguinte: você é a vice-presidente de desenvolvimento de produto de uma grande joalheria global com passe livre para retirar protótipos para orçamento com produtores terceirizados. Aí você percebe que o log book não é essas maravilhas todas e dá para esquecer de devolver uma peça aqui, outra ali, justificando que elas se perderam ou foram danificadas.

Outra opção: você é a vice-presidente de produção de uma grande joalheria global e é abordada por um negociante muito a fim de ter peças legítimas dessa joalheria, para vender por um precinho maravilhoso para sua clientela que não liga para um certificado, se é que vocês me entendem.

Como foi não interessa, o caso é que  descobriram que a ex-funcionária Ingrid Lederhaas-Okun retirou e não devolveu 164 ou 165 peças (dependendo da fonte), avaliadas em 1,2 milhão de dólares, da joalheria novaiorquina. Com preços inferiores a dez mil dólares e retiradas feitas ao longo de vários meses, quase passou despercebida, já que a casa inventaria diariamente apenas as saídas de joias com valores superiores a 25 mil dólares. Só que numa tarde fria de fevereiro chegou a vez de um grande inventário de estoque. Para completar, durante a investigação seu sigilo bancário foi quebrado e identificaram 75 cheques de um negociante de joias tampara ela e seu marido. Ops,  não aprenderam na sessão da tarde que essas coisas são feitas com dinheiro vivo que vai para debaixo do colchão.

A moça pagou fiança, mas enfrentará julgamento e corre o sério risco de ser condenada a uma pena de até  30 anos de prisão, oito anos a mais do que sua carreira na empresa.

O pior de tudo isso? O FBI teve a manhã de chamar a investigação de Breakfast at Tiffany!!!

Santa confusão, Batman!

 

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