Alexis Mabille – brincos longos em tons que complementam os looks

Armani Privê – outro dia ouvi dizer que não se usa brincos chamativos com chapéu. Pelo visto, ninguém avisou isso para Giorgio

Armani Privê – colares e pulseiras escandalosos em tamanho e em cores, o que parecia um pesadelo dos anos 80, acabou sendo formidável

Armani Privê – para completar, anelões e clutches se tornaram amigos inseparáveis

Valentino – colares-gola acompanhando a delicadeza dos vestidos

Alexandre Vauthier – futuro do pretérito: anéis ou acionadores de teletransporte?

Stephane Rolland – amei estas peças de metal dourado com suas superfícies brilhantes e curvas contrastando com a fluidez dos vestidos

Jean-Paul Gauthier – punk-vitoriano-metálico, pode ser?

Jean-Paul Gauthier – punk-vitoriano-negro, pode ser?

Chanel – o brinco-pastilha é a maior prova de que os elegantes anos cinquenta voltaram . As druzas de quartzo garantem a contemporaneidade meio futurismo Jetsons

Chanel – os cabelos foram surpreendentes com presilhas e laços de fita. Surpresa maior foi a aposentadoria das correntes e bolotinhas. Aleluia!

Maurizio Galante – será que já existe um nome para estas antenas-suportes de brincos e colares?

Christian Dior – espetáculo com absoluta ausência de brincos, colares, pulseiras e anéis

Givenchy – uma performance que não pode ficar de fora e com adereços de Philip Treacy

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