Tiara com um diamante em lapidação pera e outros 270 diamantes em lapidação antiga, montados em platina. A peça foi realizada em 1878 por Ernest Altenloh e pertence à família da noiva, Condessa Stéphanie de Lannoy. Antes dela, suas irmãs e suas cunhadas já a usaram em seus respectivos casamentos

O casamento do Príncipe Guillaume de Luxemburgo com a Condessa Stéphanie de Lannoy reuniu cabeças coroadas de toda Europa e fez um sem número de joias maravilhosas dar um passeio longe dos cofres, no dia 20 de outubro. Do jeitinho que eu gosto.

O vestido foi realizado por Elie Saab. Verdadeira obra de alta costura, com direito a trabalho das petites mains e tudo! Foram usados oitenta mil cristais transparentes e cinquenta mil pérolas que levaram três mil e duzentas horas para serem bordadas, fora as setecentas horas consumidas na confecção do vestido e da calda de quatro metros

Não sinto atração especial por casamentos e muito menos por toda a pompa e circunstância, mas a-d-o-r-o apreciar joias que dificilmente podem ser vistas em outras ocasiões. Também estou desenvolvendo especial carinho pelo trabalho dos artesãos da alta costura, espécie tão em extinção quanto a dos ourives. E, neste caso, só os red carpets e os casamentos reais para a gente poder admirar estes trabalhos.

Duas produções para o jantar de gala da véspera do casamento e uma produção dia para o casamento religioso: Máxima da Holanda, Caroline (de Mônaco) de Hannover e Lalla Salma do Marrocos

Para terminar, as alianças!

Além da tiara, a noiva caprichou nos diamantes. Ela usava lindos brincos de diamantes com um brilhante principal pendente; seu deslumbrante anel de noivado; a aliança de casamento ultra simples feita com ouro de comércio justo, como o casal fez questão de divulgar; e, como uma linda homenagem, o maravilhoso anel de noivado pertencente à sua mãe, a Condessa Alix, falecida em agosto

 

 

 

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