A bancada de joalheria 9 de março de 2010

Meia dúzia de três ou quatro anéis prestes a nascer

Meia dúzia de três ou quatro anéis prestes a nascer

Conversando com algumas leitoras e/ou clientes nos últimos dias, percebi duas coisas interessantes: as pessoas acham que eu pirei de vez, já que desde o início do ano os posts são quase todos sobre desfiles, joias caríssimas e gemas fora do alcance da maioria. A outra coisa que descobri é que ninguém sabe como é o trabalho numa bancada de joalheria. Estas duas descobertas estão conectada por fios absurdos, vejam só.

Janeiro e fevereiro é a época em que pipocam os eventos nacionais e internacionais de moda que dão o norte para o mercado e, querendo ou não,  são referências importantes para todo mundo. Nada mais natural do que ficar MILHÕES de horas assistindo online TODOS os desfiles e caçando as fotos dos melhores acessórios para colocar aqui para vocês. Neste quase um aninho do Bijoux Bliss, já dá para dizer que eu estou aprendendo um bocado e me divertindo muito. Espero que vocês estejam gostando tanto quanto eu. Há uns números secretos que dizem que sim.

Este também é o momento do ano de arrumar o atelier, fazer o balanço geral do ano que passou e, aproveitando o calor e as férias, ficar sossegada e colocar a mão na massa para fazer as peças das novas coleções. Tudo em ritmo de tartaruga , é bom deixar bem claro. Some-se a isso o fato de que o trabalho na bancada exige longas horas, bastante fisicalidade e uma boa dose de solidão. Et voilà. Na hora do recreio, eu invado joalheria e experimento peças caríssimas, acompanho leilões internacionais absurdos e fuço sites de joalherias históricas. Que preguiça de falar de miudezas.

Mais uns dias e eu volto a fazer os Dias de Bancada com as peças saídas do forno para vocês.

Egotrip com tripé ou algumas etapas da realização de um anel

Egotrip com tripé ou algumas etapas da realização de um anel

By the way e nada a ver, tem um post da Tavi sobre blogosfera ala fashion que vale a pena ser lido.

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